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Festival Futurama 2025

O Festival Futurama regressa em novembro para celebrar a criação e a experimentação artística que floresceram ao longo do ano: o resultado de meses de residências, encontros e diálogos entre artistas e comunidades, onde a arte se cruza com o território e o pensamento.

A 4.ª edição do Festival começa em Beja (14 e 15 de novembro), segue para a Mina de São Domingos (22 de novembro) e encerra em Alvito (28 e 29 de novembro). Durante três semanas, o Futurama transforma o Baixo Alentejo num espaço de descoberta, encontro e partilha, através de uma programação que atravessa várias linguagens artísticas.

O Futurama é um espaço de formação, empoderamento e criação para as novas gerações, que partilha publicamente os resultados das residências artísticas desenvolvidas ao longo do ano entre os artistas Fidel Évora, Francisco Trêpa, Tiago Alexandre, Sónia Baptista e David Infante e os alunos das escolas secundárias e profissionais da região. Destas colaborações nascem instalações, performances e exposições que transformam os espaços públicos de Beja, Mértola e Alvito em palcos de experimentação e imaginação contemporânea.

No Espaço Futurama, inauguramos a exposição de Maja Escher, que parte do imaginário surrealista da poesia popular para explorar a relação ancestral entre corpo, terra e palavra.

Na praia fluvial da Tapada Grande, convidamos o público a deitar-se na areia e deixar-se envolver pela instalação de Adriana Proganó, uma experiência sensorial que une escultura e som, corpo e escuta.

Em cada território, o Cante Alentejano ganha nova vida através do projeto Cantexto, um dos pilares do Festival. Nesta edição, seis escritores de língua portuguesa (Cláudia Lucas Chéu, Lídia Jorge, Miguel Castro Caldas, Pedro Chagas Freitas, Kalaf Epalanga e Luísa Sobral) juntam as suas palavras às composições de Ana Santos, Celina da Piedade e Paulo Ribeiro, criando novas pontes entre tradição e contemporaneidade.

Este ano, o Futurama celebra o poder transformador da arte no Baixo Alentejo, dando visibilidade às vozes, corpos e paisagens que fazem deste território um lugar vivo de criação e futuro.

A entrada é livre, sempre aberta à comunidade local e ao futuro.

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